A missa das 10h, celebrada por padre Marcelino, contou com as presenças do prefeito da cidade, Eduardo Paes, e a chefe da Polícia Civil, Marta Rocha. Segundo Marcelino, a frequência cada vez maior à igreja, no dia de São Jorge, deve-se ao motivo da data ter sido incorporada ao calendário de feriados estaduais. Padre Marcelino disse também que o número de devotos de São Jorge cresce pela identificação que as pessoas têm com o santo. “É a identificação das pessoas com alguém que luta e que vence o mal, que é o dragão, e identificaram em São Jorge esta figura que nos guarda, que nos protege e nos defende”, explicou.
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Vestidos de vermelho, os fiéis se aglomeravam dentro e fora da igreja e faziam pedidos ou mesmo agradeciam pelas conquistas. A professora Andréia Rego, frequentadora da Paróquia de São Jorge acredita nos milagres do santo. “De uns três anos para cá, passei a vir à igreja. È a fé que nos move, ele opera milagres. É a fé naquele que foi o soldado de Cristo”, disse.
Quem chegava ou tentava ir embora teve que ter muita paciência. O trânsito nas vias próximas à igreja ficou congestionado pelo excesso de veículos, mesmo com a sinalização de guardas municipais. Fiscais da Secretaria Especial de Ordem Pública estiveram no local multando e rebocando vários veículos que estavam estacionados em local proibido.
Na Praça da República, no centro do Rio, a outra igreja dedicada ao "santo guerreiro" também teve grande movimentação, atraindo fiéis de vários pontos da cidade e do estado.
A programação da Paróquia de São Jorge teve início da noite de ontem (22) e continua até a celebração da última missa, marcada para as 18h desta segunda-feira. O Dia de São Jorge é feriado municipal no Rio desde 2001 e, em todo o estado, a partir de 2008.
Edição: Lana Cristina