Pode ser misturados a uma variedade enorme de ingredientes, como farinha de milho, pão, ricota e verduras. Pode ser chamado por vários nomes, como canederli, malloreddus, strozzapreti, de ricota ou com farinha de semola ou semolino, e vem de diversas regiões da Itália.
Vem acompanhado dos mais saborosos molhos: na região do Piemonte é chamado de NHOQUE ALLA BAVA, servido com molho de manteiga e fontina (tipo de queijo facilmente encontrado em qualquer supermercado, na seção de queijos nacionais ou importados). Na região do Veneto é servido com ragout (ou ragú) de carne; no Friuli com fruta cristalizada, canela, açúcar, cacau, manteiga derretida e ricota defumada; na Emília com manteiga e parmesão, ragout de funghi ou molho de tomate fresco. E na Sicilia, na famosa receita siciliana que pede farinha de grano duro no empasto, com molho de amêndoas e manjericão.
Tome nota da verdadeira receita de NHOQUE, na qual não vai ovo, que deixaria o nhoque pesado, de difícil digestão.
Ingredientes:
1 kg de batata 200/250 g de farinha
Modo de preparo:
Ao cortar a batata no meio, ela precisa ter a massa branquinha e não amarela. A massa branca é mais seca e, portanto, pede menos farinha no empasto, resultando num nhoque mais leve.
Para o cozimento, colocar as batatas com a casca (prefira a variedade rosada, na foto) ainda na água fria para que assim não quebrem quando a água ferver.
Em seguida, espremé-las ainda quentes, e misturar a farinha aos poucos. Assim que a massa estiver lisa, sem grudar nas mãos, formar vários cilindros e começar a cortar os nhoques fazendo-os escorregar por um garfo.
Cozinhar os nhoques em uma panela bem grande, com muita água salgada (5 litros no mínimo) em ebulição, e retirá-los assim que subirem a superfície.
O molho fica por conta da fantasia do chef!
Rendimento: 6 porções
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